Arquivo de agosto de 2015

Marcha das Mulheres Negras contra o racismo e a violência e pelo bem viver 2015

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Estamos em Marcha:
 Pelo fim do femicídio de mulheres negras e pela visibilidade e garantia de
nossas vidas;
Pela investigação de todos os casos de violência doméstica e assassinatos
de mulheres negras, com a penalização dos culpados;
 Pelo fim do racismo e sexismo produzidos nos veículos de comunicação
promovendo a violência simbólica e física contra as mulheres negras;
 Pelo fim dos critérios e práticas racistas e sexistas no ambiente de
trabalho;
 Pelo fim das revistas vexatórias em presídios e as agressões sumárias às
mulheres negras em casas de detenções;
 Pela garantia de atendimento e acesso à saúde de qualidade às mulheres
negras e pela penalização de discriminação racial e sexual nos
atendimentos dos serviços públicos;
Pela titulação e garantia das terras quilombolas, especialmente em nome
das mulheres negras, pois é de onde tiramos o nosso sustento e mantemo-nos ligadas à ancestralidade; 

Pelo fim do desrespeito religioso e pela garantia da reprodução cultural
de nossas práticas ancestrais de matriz africana;
Pela nossa participação efetiva na vida pública.

 

Marcha das Mulheres Negras

A Cidadania Feminina integrante do Comitê Impulsor da Marcha das Mulheres Negras Recife está em Rede com a Articulação do Movimento de Mulheres de Bairro percorrendo nove organizações e dezesseis bairros da cidade com o objetivo de fortalecer a participação das mulheres negras.

 

Margaridas seguem em Marcha por Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Objetivos para marchar:

- Fortalecer e ampliar a organização, mobilização e formação sindical e feminista das mulheres trabalhadoras rurais;

- Reafirmar o protagonismo e dar visibilidade à contribuição econômica, política e social das mulheres do campo, da floresta e das águas na construção de um novo processo de desenvolvimento rural voltado para a sustentabilidade da vida humana

e do meio ambiente;
- Apresentar, através de proposições, nossa crítica ao modelo de desenvolvimento
hegemônico a partir de uma perspectiva feminista;
- Contribuir para a democratização das relações sociais no MSTTR e nos demais
espaços políticos, visando a superação das desigualdades de gênero e étnicoraciais;
- Protestar contra as causas estruturantes da insegurança alimentar e nutricional que
precisam ser enfrentados para a garantia do direito humano à alimentação adequada
e da soberania alimentar.
- Denunciar e lutar contra todas as formas de violência, exploração e discriminação
contra as mulheres, no sentido da construção da igualdade;
-  Atualizar e qualificar a pauta de negociações, propondo e negociando políticas
públicas para as mulheres do campo, da floresta e das águas, considerando as suas
especificidades.
- Lutar pelo aperfeiçoamento e consolidação das políticas públicas voltadas às
mulheres do campo, da floresta e das águas desde a esfera municipal, estadual e
federal, contribuindo para que elas incidam no cotidiano das mulheres rurais.
139146
144