Estudo revela que igualdade de direitos pode combater a fome

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, um estudo divulgado pelas Nações Unidas mostra que a igualdade de direitos pode combater a fome em todo o planeta.

As mulheres somam 43% da força rural nos países em desenvolvimento. Na América Latina, são 20%. Mas as agricultoras não têm as mesmas chances dadas aos homens: ganham menos; são aproveitadas em trabalhos temporários; suas áreas de cultivo são menores e elas têm muito menos acesso aos insumos do que eles.

Se às mulheres do campo fossem dados os mesmos direitos à tecnologia, aos produtos agrícolas, aos serviços financeiros, à educação e aos mercados, a produção de alimentos aumentaria em 30%.

Para Antonino Porto, embaixador do Brasil junto à Organização das Nações Unidas para a agricultura e alimentação, “se se resolverem as desigualdades, num passe de mágica, de uma hora para outra, entre homens e mulheres, você pode reduzir de 15% a 17% o número de famintos no mundo”.

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