Dia Internacional Contra a Discriminação Racial

21 de março de 2016

 

 

 

 

Marcha das Mulheres Negras

No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular.

No bairro de Shaperville, os manifestantes se depararam com tropas do exército. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a ONU – Organização das Nações Unidas – instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.

Nos dias atuais  estamos vivenciando no Brasil o genocídio da juventude negra, tendo o homicídio como principal causa de morte de brasileiros entre 15 e 29 anos, do sexo masculino, com baixa escolaridade e moradores das periferias.

 

Dia de Luta – É Pela Vida das Mulheres

9 de março de 2016

8 de março – Dia Internacional da Mulher,  foi referênciado por diversas manifestações e atos das mulheres por todo país. Na luta pela garantia dos direitos conquistados e reafirmando a Democracia. Fomos para as ruas exigir: -A reforma do sistema político que nos garanta uma participação igualitária – A democratização dos meios de comunicação – O efetivo respeito ao estado laico nas diversas instâncias dos poderes municipais, estaduais e federais – Pelo fim da violência contra a mulheres – Pelo fim do racismo –  Pela autonomia do nosso corpo, das nossas decisões e das nossas vidas – Direito ao trabalho, a educação e  a terra

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O Machismo

No estado de Pernambuco foi realizado um ato unificado – É Pela Via das Mulheres, que percorreu a principal avenida do centro do Recife.

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Juntas somos fortes e vamos mudar o mundo

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contra o machismo, o racismo e o fundamentalismo

Repudiamos o retrocesso da MP 696/15

19 de fevereiro de 2016

A Cidadania Feminina repudia veementemente a votação da Câmara que retirada a perspectiva de gênero das atribuições do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e de Direitos Humanos.

Estamos cada vez mais firmes na luta contra o fundamentalismo e todo tipo de retrocesso que tente impedir a liberdade do nosso corpo, do nosso afeto e das nossas vidas!

O aborto dos homens

4 de fevereiro de 2016

A calamidade pública nacional e internacional provocada pelo mosquisto aedes aegypti mais uma vez atinge diretamente as mulheres, em especial as jovens, negras e pobres, por serem as mais infectadas pela epidemia da dengue, zica, chicungunha, suas sequelas e consequências.

Pernambuco é o estado com maior número de notificações de bebês com microcefalia, paralelamente vem aumento o número de homens que abandonam as mães das/os bebês, muitas vezes inclusive ainda durante a gestação. Os homens se escondem atrás da mascara perversa do machismo para praticar o abortamento “legal”, quando abandonam ou  bonificam as mulheres com uma parte minuscula dos seus salários através de uma ordem judicial ou pelo seu “coração muito bondoso”. Restando para as mulheres um fardo penoso e solitário.

O Supremo Tribunal Federal e as autoridades brasileiras precisam rever as nossas Leis ainda arcaicas, machistas, patriarcais e racistas. As mulheres não podem ser punidas por uma negligência pública. É preciso garantir a decisão da prática do aborto para todas as mulheres, e não só às que têm acesso a serviços de saúde ou podem pagar um aborto ilegal. Até quando a pratica do aborto pelos homens será legitimada pela sociedade ao mesmo tempo em que é criminalizada a autonomia do corpo para as mulheres?

Cidadania Feminina

Dia Nacional de Combate a Intolerância Religiosa

21 de janeiro de 2016

O racismo diário e velado vivido pela população negra mostra sua pervercidade quando identificamos estatisticamente “para não levantar argumentos duvidos” o percentual da cor da pela da juventude que é assassinada todos os dias, a cor da pele de quem trabalha nos empregos domésticos, a cor da pele de quem mais morre nas filas dos hospitais públicos, a cor da pele das mulheres que mais sofrem violência doméstica e urbana, a cor da pele de quem estuda nas escolas públicas e não consegue chegar nas universidades.

No dia de combate a intolerância religiosa comprovamos estatisticamente qual a religião que é mais perseguida e vitimizada por este crime: dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro (CCIR) mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados no Estado entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas.

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